Angústias enraizadas podem desencadear ataques súbitos e intensos de terror, com sensações vívidas de perigo intenso, susceptibilidade, e opressão trazida por um monstro que não está realmente presente. Uma versão sem possibilidade de controle dos medos que em outras condições exigem a evitação de diferentes situações cotidianas, restringindo o tempo vivido com qualidade…
Sintomas usados no diagnóstico de transtorno de pânico:
Os ataques de pânico precisam ser inesperados, e não desencadeados por uma situação específica conhecida, se caracterizando por sensação de desconforto ou medo que crescem progressivamente até atingir um clímax, geralmente em poucos minutos. A isso devem se somar minimamente 4 dos seguintes sintomas:
- Medo de morrer;
- Despersonalização/desrealização;
- Medo de perder o controle ou enlouquecer;
- Palpitação/taquicardia;
- Desconforto ou dor no peito;
- Tremores;
- Sensação de asfixia (“falta de ar”) ou sufocamento;
- Sudorese;
- Ondas de calor ou calafrios;
- Parestesia;
- Vertigem, tontura, desmaio;
- Desconforto abdominal/náusea.
Ao longo dos 30 dias seguintes, o paciente precisa experimentar alterações comportamentais ou preocupação frequente relacionadas ao ataque e suas consequências; Por fim, os sintomas não podem ser decorrentes de outra condição que os explique, tais como uso de alguma substância, transtorno mental (mania, fobia, ansiedade, etc.) ou doença clínica (asma, hipertireoidismo, doença cardíaca, etc.).